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A Médicos do Mundo na luta contra o VIH e SIDA

por Médicos do Mundo, em 16.12.14

Sensibilizar a população portuguesa para a problemática do VIH e SIDA foi o objectivo de um conjunto de acções promovidas pela Médicos do Mundo (MdM) durante a Semana Europeia do Teste VIH, de 21 a 28 de Novembro, e que se estenderam ao Dia Mundial de Luta Contra o VIH e SIDA, a 1 de Dezembro. Desde 1985 já foram contabilizados em Portugal mais de 47 mil novos casos de infecção.


Durante a Semana Europeia do Teste VIH, este ano subordinada ao tema "Fala sobre o VIH. Faz o Teste!", a MdM realizou rastreios e sessões de educação para a saúde sobre temas como “Prevalência do VIH”, “O que é o VIH e a SIDA”, “Comportamentos de risco”, “Formas de transmissão do VIH”, “Formas de não transmissão do VIH”, “Pré-teste, teste e pós-teste” e “Tratamento”. Estas actividades decorreram junto de algumas instituições da rede social do Porto e Vila Real, nomeadamente AMI Gaia, Albergues Nocturnos do Porto, Centro Social e Paroquial de S. Nicolau e Unidade Habitacional de Santo António (UHSA).


No total foram realizados 71 rastreios, sendo o resultado destes não reactivos na sua totalidade. A maioria dos indivíduos que realizou o rastreio relata comportamento sexual de risco, tendo uma minoria relatado uso de drogas injectáveis. Da população rastreada cinco indivíduos relatam Infecções Sexualmente Transmissíveis no último ano. É de salientar que apenas 30 indivíduos relataram ter realizado teste de VIH anteriormente, tendo sido o resultado não reactivo.


No Dia Mundial de Luta Contra o VIH e SIDA foram organizadas várias actividades na Praça dos Leões, no Porto, com a participação de outras organizações como a Abraço e o CAD. No total foram realizados pela MdM mais de 23 testes no local. A média de idades das pessoas rastreadas situou-se nos 34 anos, predominantemente heterossexuais, 47% do sexo masculino e 53% do sexo feminino. Também nesta acção verificamos uma elevada percentagem de pessoas que faziam o rastreio pela 1ª vez (60,87%), dado preocupante tendo em conta a média de idades e o facto de 73,90% das pessoas rastreadas afirmar que não utilizou preservativo na última relação sexual. Por fim, e no que toca a exposição ao risco, 56,52% das pessoas afirma ter tido relações sexuais vaginais sem preservativo, 8,69% afirmam ter tido relações sexuais anais e vaginais, anais e orais sem preservativo e 21,74% ter tido acidente com preservativo. De notar que várias categorias se podem sobrepor na mesma pessoa.

 

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 Acção de Sensibilização da Representação Norte da Médicos do Mundo
Crédito foto: ©Arquivo MdM

 

Em Lisboa, a Unidade Móvel da MdM esteve em diferentes locais da cidade, um dia no Concelho de Loures e, em parceria, em duas instituições, no Centro Padre Alves Correia (CEPAC) e no Conselho Português para os Refugiados (CPR). Durante a Semana Europeia do Teste foram realizados 82 testes, distribuídos 720 preservativos e prestada informação sobre VIH. 21 pessoas referiram o comportamento sexual de risco como motivo para a sua realização, 3 o uso de drogas injectáveis e 58 apontaram outras razões. 44 pessoas já haviam realizado o teste anteriormente, sendo que 34 referiram o resultado anterior como não reactivo e 10 não se recordavam. Na ocasião foi registado um resultado reactivo.


Devido à forte adesão, e consequente conhecimento do estatuto serológico dos que participaram, a equipa de Lisboa pondera a disponibilização do teste durante todo o ano, o que já acontece no Porto.

 

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 Unidade Móvel da Médicos do Mundo na Quinta da Fonte, em Lisboa
Crédito foto: ©Carla Fernandes

 

 

O VIH e SIDA em Portugal

 

Cerca de três novos casos por dia de infecção por VIH e SIDA foram notificados no ano passado em Portugal, num total de 1093, segundo o relatório “Infecção VIH/SIDA: a situação em Portugal a 31 de Dezembro de 2013”, divulgado recentemente pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA). Um número que equivale a 10,5 novas infecções por cada 100 mil habitantes. Desde 1985 até ao final de 2013 foram contabilizados mais de 47 mil novos casos.


De acordo com o documento, 20,7% dos casos diagnosticados encontrava-se já no estádio SIDA, ou seja numa situação em que a infecção evoluiu para a doença. Os homens observam o maior número de novos diagnósticos, 2,4 vezes superior ao das mulheres. Metade dos casos refere-se a pessoas com idade igual ou superior a 40 anos e a maioria regista-se na região da Grande Lisboa.


Desde o primeiro caso pediátrico em 1984 registaram-se 479 notificações de novos casos de infecção em crianças, com igual distribuição entre sexos com o modo de transmissão mais frequente o contágio mãe-filho. Após a introdução do rastreio na gravidez, o número de casos diagnosticados tem vindo a diminuir.


O contacto heterossexual é o modo de transmissão mais frequente com 61% dos novos casos, enquanto as relações sexuais entre homens representa 43% e a transmissão por consumo de drogas tem um peso de 7% dos diagnósticos. Em termos etários, os homossexuais tendem a ser mais jovens que os heterossexuais à data do diagnóstico, sendo que metade tem menos de 32 anos.


Quanto à SIDA, em 2013 o INSA recebeu a comunicação de 322 novos casos. Entre 2000 e 2012 registou-se uma redução média anual de 7,4% no número de novos casos de SIDA notificados.


No ano passado morreram 226 pessoas com infecção por VIH, das quais 145 no estadio SIDA. A maior parte destas mortes registaram-se em heterossexuais e indivíduos com história de uso de drogas injectáveis. No entanto, 48% das mortes em heterossexuais ocorreram nos cinco anos subsequentes ao diagnóstico e 55% das mortes em toxicodependentes aconteceram 10 ou mais anos após o diagnóstico de infecção por VIH.

 

 

Diagnóstico tardio em mais de 60% dos casos

 

Mais de 60% dos diagnósticos de VIH em Portugal são realizados tardiamente, comprometendo a eficácia dos tratamentos, o bem-estar dos doentes e a incidência da infecção. O alerta é do Núcleo de Estudos da Infecção ao VIH (NEVIH) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna e pretende incentivar a aplicação de medidas de prevenção e diagnóstico precoce.


De acordo com a informação divulgada à Imprensa no final de Novembro pelo NEVIH, Portugal é o terceiro país da União Europeia (UE) com maior taxa de casos de SIDA, tanto em termos de prevalência, como de incidência. A percentagem de diagnósticos tardios representa o dobro da média europeia, uma situação que deverá estar relacionada com a organização dos serviços de saúde, ausência de campanhas dirigidas a grupos de populações com determinadas vulnerabilidades e factores socioculturais complexos.


O NEVIH salienta ainda o número crescente de idosos infectados pelo VIH. Uma vez que a infecção apresenta características de cronicidade, os doentes vivem bem durante mais anos. Outra explicação para esta elevada incidência é a aquisição pelos idosos de fármacos para tratamento da disfunção eréctil: com o prolongamento da vida sexual e os comportamentos sexuais de risco podem ser infectados ou infectar outros.


Citado por vários órgãos de comunicação social, Telo Faria, coordenador do NEVIH, deixa alguns conselhos para uma melhor actuação na área da prevenção: “reforço de acções de educação, informação e prevenção em meio escolar e respectiva articulação com a saúde escolar”, “implementação e reorganização de uma rede de detecção precoce da infecção, com testes rápidos nas unidades de saúde”, para além de planos dirigidos a grupos vulneráveis em parceria com as organizações não-governamentais.

 

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Realização de testes pela Representação Norte da MdM
Crédito foto: ©Arquivo MdM

 

 

Crise com impacto na resposta ao VIH

 

Os cortes orçamentais na assistência e intervenção sociais em Portugal estão a prejudicar a resposta ao VIH, alerta a European AIDS Treatment Group (EATG), uma rede europeia que abrange 110 organizações de 40 países do Velho Continente.


Num relatório lançado em Março deste ano a organização realça que “a legislação prevê acesso universal e medidas de protecção social para as pessoas que vivem com VIH como por exemplo apoio domiciliário e rendimento mínimo. É necessário manter os serviços existentes e, até mesmo, aumentá-los, especialmente no que se refere aos grupos vulneráveis”.


Apesar de em 2012 ter sido mantido o valor proveniente da lotaria nacional alocado ao Programa Nacional para a Infecção VIH e SIDA, foi registada uma diminuição na contribuição do Orçamento de Estado neste âmbito.


Para além das questões financeiras, a EATG sublinha as dificuldades no acesso à saúde por parte dos grupos vulneráveis que incluem o estigma e a descriminação. De acordo com o estudo “Stigma Index Portugal, da responsabilidade de várias organizações nacionais, cerca de 30% dos participantes referiu casos de estigma e descriminação ocorridos nos serviços de saúde ou relacionados com profissionais de saúde.

 

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 Unidade Móvel com realização de testes pela Representação Norte da MdM
Crédito foto: ©Arquivo MdM

 

 

35 Milhões com VIH no mundo

  

Em 2013 existiam 35 milhões de pessoas com VIH em todo o mundo, segundo dados publicados em Julho pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Destes, 31,8 milhões de adultos, 16 milhões de mulheres e 3,2 milhões de crianças até aos 15 anos.


No mesmo ano registaram-se 2,1 milhões de novas infecções, das quais 1,9 milhões em adultos e 240 mil em crianças. A SIDA causou a morte de 1,5 milhões de pessoas, nomeadamente 1,3 milhões de adultos e 190 mil crianças.


Em Junho de 2014, 13,6 milhões de pessoas com VIH tinham acesso à terapêutica anti-retroviral, um número que era de 12,9 milhões no ano anterior. Cerca de 38% dos adultos com VIH encontram-se em tratamento, enquanto que essa percentagem nas crianças é de apenas 24%. 

 

 

Acabar com a epidemia até 2030

 

Se o mundo acelerar a abordagem ao problema nos próximos cinco anos será possível acabar com a epidemia da SIDA em 2030, refere o relatório “Fast-Track: ending the AIDS epidemic by 2030” da UNAIDS, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre VIH/SIDA. Segundo o documento poder-se-ia evitar aproximadamente 28 milhões de infecções por VIH e 21 milhões de mortes relacionadas com a SIDA.


Entre os objectivos está alcançar até 2020 os denominados “90-90-90”: 90% das pessoas a viver com VIH que sabem do seu estadio; 90% das pessoas que sabem do seu estadio positivo a realizar tratamento; e 90% das pessoas em tratamento com cargas virais suprimidas. Outros objectivos incluem ainda a redução anual do número de novas infecções em mais de 75% e o alcance de uma taxa de descriminação zero.

 

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Realização de testes pela Equipa da MdM em Lisboa

Crédito foto: ©Carla Fernandes

 

 

publicado às 14:37

A Médicos do Mundo no combate ao Ébola

por Médicos do Mundo, em 03.11.14

Cuidar e tratar dos doentes infectados com o ébola e, simultaneamente, controlar e prevenir a propagação da epidemia é o principal desafio que se coloca actualmente às organizações de saúde e humanitárias presentes na região afectada. Apesar de continuar a intervir na resposta de emergência, a Médicos do Mundo (MdM) está a concentrar os seus esforços na área da prevenção para travar a transmissão do vírus.

 

De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS) registaram-se até à data mais de 10 mil casos de infecção e cerca de cinco mil mortes. Para além dos países com o maior foco da epidemia, Guiné-Conacri, Serra Leoa e Libéria, foram já registados casos no Mali, Nigéria, Senegal, Espanha e EUA.

 

Segundo um artigo escrito por Thierry Brigaud, Presidente da MdM, e Pierre Sallah, Coordenador-Geral na Libéria, “o actual surto de ébola atingiu as áreas mais populosas onde os centros de isolamento são poucos e possuem uma capacidade operacional limitada, não permitindo cuidar de todos os que estão doentes. Além disso, outras infra-estruturas de saúde ficam paralisadas, conduzindo a uma taxa de mortalidade anormal por outras doenças”.

 

Nos países mais afectados a MdM, através das delegações de Espanha e França, actua na resposta de emergência à epidemia. A Delegação de França apoia cinco centros de saúde em Monróvia, capital da Libéria, e 125 na Costa do Marfim (regiões de San Pedro, Sassandra, Guéyo e Soubré), abrangendo 600 mil e dois milhões de pessoas, respectivamente. Por seu lado, a Delegação de Espanha concentra os esforços na Serra Leoa, numa colaboração com as autoridades locais para melhorar a capacidade de e promover a sensibilização das populações quanto às medidas de prevenção.

 

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 Programas da MdM na África Ocidental.

 

Também através da Rede Internacional a MdM desenvolve um programa de prevenção do ébola nos países limítrofes, nomeadamente no Senegal, Mali, Burkina Faso, Costa do Marfim e Benim. De forma a travar a epidemia, segundo Pierre Sallah, “é necessário desenvolver ferramentas e mensagens adaptadas para explicar os meios de transmissão, sintomas, protocolos de saúde a seguir e como responder aos rumores que vão surgindo. Caso não o façamos corremos o risco da situação piorar”.

 

Apelo a políticas de prevenção

 

Apesar da importância da resposta de emergência, para a Médicos do Mundo é essencial apostar na prevenção. Assim, após a confirmação do primeiro caso de contágio no Mali, a MdM, através da Delegação de Espanha, lançou o apelo a um novo compromisso em termos de políticas de prevenção nos países que fazem fronteira com os Estados mais afectados pela epidemia. Há alguns meses que a organização concebeu um plano de prevenção e preparação para toda a região.

 

De acordo com José Félix, Coordenador da Médicos do Mundo no Mali, “não só temos de financiar centros de tratamento, como também dar resposta integrada à epidemia que não pode descurar a importância da prevenção, sobretudo perante uma doença que actualmente não tem cura”. Nos contactos que mantém com os representantes da OMS e do grupo de crise do ébola uma das prioridades é a rápida formação do pessoal médico regional em colaboração com outras delegações da MdM.

 

Sensibilisation des communautés sur Ebola,Soubré

 Acção de sensibilização sobre o ébola em Soubré, Costa do Marfim.
Crédito foto: ©MdM

 

No início de Agosto representantes da MdM defenderam junto de várias instituições a necessidade urgente de uma intervenção preventiva na Serra Leoa, Senegal e Mali. Na ocasião era já evidente que estes dois últimos países apresentavam grandes probabilidades de contágio devido à extensa área de fronteira comum com os países afectados, onde existe um enorme fluxo de pessoas. No caso do Mali, a vulnerabilidade da população, juntamente com determinadas circunstâncias políticas e a debilidade das instituições, recomendava uma estratégia preventiva imediata que incluísse trabalho comunitário e educação para a saúde.

 

“Apesar da intensa investigação para desenvolvimento de uma vacina e/ou tratamento antiviral, os avanços tardam a surgir. De momento apenas o tratamento de sintomas e a qualidade do mesmo têm um efeito na taxa de mortalidade”, segundo refere o artigo de Thierry Brigaud e Pierre Sallah.

 

Planos de contingência

 

Reforçar a capacidade dos sistemas sanitários da Serra Leoa, Senegal e Mali é objectivo global da proposta apresentada pela Médicos do Mundo para colocar em prática planos de contingência aos níveis local, regional e nacional.

 

Entre as actividades inclui-se a formação dos funcionários responsáveis pelo controlo fronteiriço nos três países, em especial nos distritos de Sédhiou (Senegal), Kenieba (na região de Kayes, no oeste do Mali) e Koinadugu (no norte da Serra Leoa), onde a MdM se encontra actualmente. A intervenção abrange ainda a formação de trabalhadores de saúde locais, a sensibilização dos líderes comunitários e o apoio técnico e de identificação de casos de maior risco.

 

2014 sept-MdM training session in Kabala-by Carlos

 Sessão de formação em Kabala, na Serra Leoa.
Crédito foto: ©Carlos Tofiño para Medicos del Mundo

 

Pretende-se assim alcançar uma ampla cobertura geográfica das actividades de resposta à epidemia em complemento ao tratamento nos países já afectados, assegurar uma resposta imediata e global à emergência nos Estados com os primeiros casos e fortalecer a capacidade daqueles que ainda não registaram infecções, especialmente os que partilham fronteiras com as regiões atingidas e com terminais internacionais de transporte.

 

A MdM espera agora poder implementar a sua estratégia de prevenção e preparação da resposta ao ébola no Burkina Faso com o apoio da União Europeia.

 

A experiência da MdM na região

 

A Médicos do Mundo encontra-se na região há mais de uma década (desde 2001 na Serra Leoa; desde 1998 no Mali; e desde 2002 no Senegal), sendo actualmente a região de Sahel uma zona prioritária de actuação para a organização.

 

Nestes países já realizou actividades ligadas a cuidados primários de saúde, saúde pública, sexual e reprodutiva. Foram igualmente levadas a cabo operações de emergência na região, como foi o caso da epidemia de cólera na Serra Leoa em 2012.

 

O que deve saber sobre o ébola

 

Detectada pela primeira vez em 1976 na região junto do rio ébola, na República Democrática do Congo, e numa área remota do Sudão, a doença do vírus ébola é uma doença grave, de origem ainda desconhecida, com uma taxa de mortalidade de até 90%.

 

A transmissão do vírus ocorre por contacto directo com o sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sémen) de pessoas infectadas. Pode ainda ocorrer se existir contacto com ambientes ou objectos contaminados com fluidos de doentes, tais como vestuário, roupa de cama e agulhas usadas.

 

Os sinais e sintomas típicos desta infecção incluem febre súbita, fraqueza e dores musculares, de cabeça e de garganta. A estes seguem-se outros sintomas como vómitos, diarreia, erupções cutâneas, falência renal e hepática e, em determinados casos, hemorragias internas e externas.

 

O intervalo de tempo entre a infecção e o surgimento de sintomas é de 2 a 21 dias. O doente torna-se contagioso assim que começa a apresentar sintomas.

 

Saiba as respostas às questões frequentes sobre o ébola, consultando aqui o documento da OMS, traduzido pelo Instituto de Higiene e Medicina Tropical.

 

Também poderá consultar aqui as informações disponibilizadas pela Direcção-Geral de Saúde (DGS).

 

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Aceda à galería de fotos sobre a intervenção da Médicos do Mundo na região afectada pelo ébola.


Saiba mais sobre o trabalho e como ajudar a MdM no combate à epidemia:

Delegação de França: www.medecinsdumonde.org

Delegação de Espanha: www.medicosdelmundo.org

 

publicado às 17:47


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