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Os portugueses já contribuíram com mais de 6 mil euros no âmbito da acção nacional de angariação de fundos a favor do Nepal promovida pela Delegação Portuguesa da Médicos do Mundo (MdM). A verba será utilizada para apoiar a missão da equipa de Espanha da MdM que se encontra no terreno.

 

Poucos dias após o terramoto que devastou o Nepal a 25 de Abril a Delegação Espanhola da MdM enviou uma equipa de profissionais para responder a algumas das principais prioridades. O trabalho destes profissionais decorre nas estruturas hospitalares já existentes no Nepal em duas regiões, na capital Katmandu e no Distrito de Ramechhap.

 

Para ajudar nesta missão e em solidariedade com a população atingida, a Delegação Portuguesa da Médicos do Mundo iniciou logo nos primeiros dias uma acção nacional de angariação de fundos que, até ao momento, já arrecadou mais de 6 mil euros. A iniciativa continua a decorrer e os donativos podem ser realizados através do NIB 0035 0551 00007722130 32.

 

No Centro Nacional de Traumatologia de Katmandu – onde deram entrada 200 doentes logo após o terramoto – especialistas espanhóis integram as equipas de traumatologia e cirurgia plástica nepalesas que apoiam as vítimas do sismo. A restante equipa da Delegação de Espanha encontra-se no hospital do Distrito de Ramechhap e nos centros de saúde da mesma região, situada a 4 a 5 horas de distância a leste de Katmandu.

 

Ramechhap é considerada uma das regiões prioritárias com necessidade de reconstrução das principais estruturas sanitárias. Aqui os profissionais da Médicos do Mundo têm como objectivo aumentar a capacidade de hospitalização e contribuir para o restabelecimento dos serviços de cuidados médicos.

 

Não deixe de participar na acção nacional de angariação de fundos que a Delegação Portuguesa da Médicos do Mundo está a promover.

 

Faça o seu donativo através do NIB 0035 0551 00007722130 32.

 

Contamos com todos nesta missão.

 

Ramechhap_MedicosdelMundo.jpg

Crédito foto: Médicos del Mundo

 

 

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publicado às 13:43

Uma equipa de emergência da Delegação Francesa da Médicos do Mundo (MdM) já chegou ao Nepal para ajudar a população local, após o violento terramoto que atingiu o país. A Delegação Portuguesa da MdM solidariza-se com as equipas no terreno e população nepalesa, promovendo uma acção nacional de angariação de fundos. Os donativos podem ser realizados através do NIB 0035 0551 00007722130 32. A ajuda de todos é fundamental.

 

Esta equipa, constituída por dois cirurgiões, um anestesista, duas enfermeiras e um coordenador, assim como todo o material médico, já está em Katmandu. Estes profissionais deslocam-se agora para Chautara, onde irão implementar a resposta de emergência da MdM e disponibilizar cuidados de saúde no principal hospital da cidade, em coordenação com as autoridades nepalesas e outras ONG’s presentes no local. Mais equipas irão juntar-se a esta nas próximas horas.

 

Desde o passado sábado que as 45 pessoas a trabalhar para a Médicos do Mundo no Nepal, no distrito de Sindhupalchok, disponibilizam os primeiros cuidados de saúde à população.

 

Quando a terra tremeu no Nepal na manhã do passado sábado, dois membros da equipa da Delegação Francesa da Médicos do Mundo encontravam-se nos escritórios de Katmandu. Sophie Baylac, coordenadora geral do projecto de saúde materno-infantil, conta como foram os primeiros dias após o sismo, enquanto se organiza a ajuda de emergência da MdM. Aceda aqui ao depoimento.

 

A Delegação Portuguesa da MdM solidariza-se com as equipas no terreno e população nepalesa, promovendo uma acção nacional de angariação de fundos. Os donativos podem ser realizados através do NIB 0035 0551 00007722130 32.

 

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Chegada da equipa da MdM ao aeroporto de Katmandu
Crédito foto: ©MdM 

 

Chegada_Nepal_1_peq.JPG

 Chegada da equipa da MdM ao aeroporto de Katmandu
Crédito foto: ©MdM

 

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Equipa da MdM à saída para Chautara
Crédito foto: ©MdM 

 

SaidaChautara_2_Peq.JPG

 Equipa da MdM à saída para Chautara
Crédito foto: ©MdM 

 

Participe na acção nacional de angariação de fundos que a Delegação Portuguesa da Médicos do Mundo está a promover. 

 

Faça o seu donativo através do NIB 0035 0551 00007722130 32. 

 

Contamos com todos nesta missão.

 

Clique aqui e saiba mais sobre a situação no Nepal e a intervenção da Médicos do Mundo.

 

 

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publicado às 17:40

A Rede Internacional da Médicos do Mundo (MdM) vai enviar para o Nepal uma equipa médica de emergência e mais de 20 toneladas de equipamento para ajudar a população, após o terramoto de 7.9 na escala de Richter que atingiu aquele país no último sábado.

 

O terramoto que atingiu o Nepal no passado sábado é o mais devastador em mais de um século. O epicentro foi apenas a 70 km da capital Katmandu com 2,5 milhões de habitantes. Muitos edifícios e locais históricos desabaram e as comunicações registam grandes dificuldades.

 

Segundo Gilbert Potter, Director de Operações Internacionais da Delegação Francesa da Médicos do Mundo, “a informação que recebemos confirma um elevado grau de destruição. As próximas horas são cruciais, os hospitais estão sobrelotados, temos de agir rapidamente”. Após o terramoto, que provocou mais de 3500 mortos contabilizados até ao momento, réplicas violentas têm sido sentidas não só no Nepal, como nos países vizinhos, Índia, Bangladesh e Tibete.

 

A equipas da Delegação Francesa da Médicos do Mundo presentes no Nepal, nomeadamente em Katmandu e Chautara, com um programa de saúde materno-infantil, foram mobilizadas para ajudar os nepaleses. A MdM, em parceria com a Solidarités International, vai enviar ainda uma equipa de emergência constituída por 12 pessoas, entre cirurgiões, anestesistas, enfermeiros e responsáveis logísticos.

 

Para o Nepal seguirão também mais de 20 toneladas de equipamento, como kits cirúrgicos e kits para desastres naturais, para atender às necessidades da população.

 

 

3 Questões respondidas por Gilbert Potier, Director de Operações Internacionais da Delegação Francesa da MdM

 

Que equipas a Médicos do Mundo dispõe no Nepal?

 

Antes do terramoto a Médicos do Mundo já tinha no Nepal uma equipa a 45 km de distância de Katmandu. 40 pessoas estavam a trabalhar num programa de saúde materno-infantil. As nossas equipas não dispõem de treino para responder a um desastre tão grande, pelo que enviamos imediatamente uma equipa de emergência constituída por cirurgiões, anestesistas e enfermeiros. Também seguiram coordenadores logísticos porque enviámos uma elevada quantidade de material (kits de emergência, equipamento cirúrgico, etc).

 

 

A situação no terreno vai atrasar a deslocação da ajuda humanitária?

 

Necessitamos de enfrentar as dificuldades logísticas. Assim como as estradas continuam fechadas, as réplicas do terramoto não permitem a aterragem de aviões no aeroporto de Katmandu. No primeiro dia contabilizámos pelo menos uma réplica a cada 20 minutos. No entanto, todos sabem que somos mais necessários nas primeiras 72 horas após um desastre. É durante este tempo que não podemos trabalhar de forma mais eficaz relativamente a traumas, fracturas e ferimentos sofridos pelas pessoas que ficaram presas nos escombros. O desafio agora será a organização da assistência. Iremos chegar todos ao mesmo tempo, pelo que temos de estar organizados. Temos de dar crédito à solidariedade dos nepaleses que já estão a trabalhar muito bem. A população e os trabalhadores humanitários têm estado a trabalhar sem descanso há 48 horas.

 

 

Os feridos estão a ser tratados?

 

Por agora, as operações tiveram início mas existe uma enorme escassez de material para realizar cirurgias fundamentais. É por isso que estamos a enviar mais de 20 toneladas de material. Este material vai permitir o tratamento cirúrgico de cerca de 2000 pessoas e o tratamento básico a outras 20 mil. Duas clínicas móveis vão estar disponíveis para tratar o maior número de pessoas. Uma vez que os hospitais estão sobrelotados, iremos também tentar tratar doenças que eram já comuns antes do desastre: gastroenterites, infecções respiratórias, febres, etc.

 

 

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Crédito foto: ©Reuters

 

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Crédito foto: ©Reuters

 

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 Crédito foto: ©Reuters  

 

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 Crédito foto: ©Reuters  

 

 

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publicado às 16:13


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